40 D

Realizou-se no passado dia 12 de janeiro no grande auditório da faculdade de belas artes as conferencia “40 anos de abertura dos cursos de Design na ESBAL – apresentação do livro José Brandão Designer “, da qual o painel era composto por José Brandão, Bárbara Coutinho, Victor dos Reis, Aurelindo Jaime Ceia e Victor Almeida. O que era suposto ser uma conferência sobre o livro de José Brandão e sobre os cursos da faculdade belas artes, rapidamente se tornou numa conversa descontraída sobre o design Português, o que tornou a conferencia muito interessante, do ponto de vista das diversas opiniões de cada orador.

O tema de conversa revolveu também muito em volta do ensino do design em Portugal, tema que recentemente chegou a ser noticia, por diversas universidades portuguesas estarem dentro das 50 melhores universidades para se aprender design na Europa.

A participação de José Brandão foi para mim a mais descontraída e acessível de entre todos os oradores. Partilhou a suas experiências de vida e sua careira como designer e professor, que me deu pessoalmente novas luzes sobre a historia do design em Portugal.

Retenho de toda conversa uma frase dita por Aurelino Jaime Ceia, que para mim foi uma das mais marcantes da conferencia: “Mais importante que ensinar os alunos a fazerem objectos, é ensina-los a não serem objectos.” Esta frase para mim reflecte muito aquilo que deve ser um designer, alguém que trabalha em prol de outros mas que se destaca por questionar as rotinas e os dogmas.

40 D

“The man who sold the world”

Confesso que nunca fui fã de David Bowie, isto é, nunca me dei a conhecer e a apreciar a sua musica.

No entanto sou perfeitamente capaz de lhe dar todo o crédito e mérito que lhe é atribuído como ícone do mundo da musica. Com mais de 50 anos de carreira, vejo Bowie como um homem dos sete ofícios da musica, tendo trabalhado sonoridades do estilo pop, glam rock e jazz, entre outros.

Mas recentemente David Bowie ganhou uma dimensão muito importante para mim devido a um video-jogo. Um video-jogo de Hideo Kojima, Metal Gear Solid V: The phantom pain, que como um bom filme ou um bom livro, este é sem duvida um dos melhores video-jogos dos ultimos anos. E neste jogo a musica de DavidBowie “The man who sold the world” tem um papel importantíssimo no desenvolvimento da história do personagem principal, essencialmente no plot twist da história do jogo.

Apesar de a musica que aparece no jogo ser um cover da original(certamente por burocracias de direitos de autor), “the man who sold the world” tornou-se para mim a minha musica preferira de Bowie. Esta preferência intensificou-se ainda mais quando soube da morte do artista e ao investigar um pouco mais sobre ele descobri que a banda Nirvana fez também um cover da música.

“The man who sold the world”

Conteúdos audio

 

No ultimo ano, desde que a meu foco é seguir numa carreira ligada á rádio que o meu consumo de conteúdos multimédia tem aumentado. Principalmente no que toca a conteúdos áudio.

Oiço rádio todos os dias, principalmente de manha, as minha rádios de eleição são a Mega Hits, Cidade, RFM e Antena 3. Quando não estou a ouvir rádio estou a ouvir musica ou a escutar atentamente a podcasts.

Muitas vezes dou por mim perdido na enchente de conteúdos que há por ai nesse grande mundo da internet.

Serve portanto este post para listar os principais conteúdos de áudio que oiço e para me manter a par da constantemente crescente lista material áudio que oiço.

 

 

Podcasts

 

Podcast Cox n Crendor: https://soundcloud.com/coxncrendor

Wired podcast: http://www.wired.co.uk/podcast

Co-optional podcast: https://www.youtube.com/playlist?list=PLFE010B0EEA9E5F06

Maluco Beleza: http://www.malucobeleza.tv/category/itunes/

Uma Nêspera no cu: https://www.youtube.com/playlist?list=PLfO7dPdeMv1NHdtoBnrxQbGxjfxTtAl34

Aquecimento verbal: https://www.mixcloud.com/AquecimentoVerbal/

 

 

 

Rubricas e programas de rádio

 

O homem que mordeu o cão: http://radiocomercial.iol.pt/player/homem_que_mordeu_o_cao.aspx

So que não: http://megahits.sapo.pt/detalhe.aspx?fid=1&did=992

Quem acredita vai: http://www.rtp.pt/play/p2006/e210144/quemacreditavai#

Mixórdia de temáticas: http://radiocomercial.iol.pt/player/mixordia_de_tematicas.aspx

Conteúdos audio

(R.5) “The Graduate”

“The Graduate”, 1967, um filme de Mike Nichols com Dustin Hoffman. Falando um pouco no geral sobre o filme, na minha modesta opinião, o filme não me suscita muito interesse, não o acho um bom filme. Mas consigo perfeitamente entender o porquê de ser considerado um dos filmes que marcou a maneira de se fazer cinema na década de 60.

A sequência de planos usado e edição do filme são bastante impressionastes, de facto diferentes do que era considerado habitual fazer-se na época. Saliento uma sequência em particular que acho que representa exactamente isto que estou a falar. Perto da meia hora de filme há uma sequência que serve para demonstrar um decorrer de tempo alargado, em o caso entre os personagens de Dustin Hoffman e Anne Bancroft. Em que o plano da cara do personagem principal esta sobre uma superfície de pano preto, e através desse plano é “transportado” para diferentes locais e tempos. Esta sequência que é de longe a mais acelerada e frenética do filme, não havendo mais nenhuma outra como esta em todo o filme, é o que na minha opinião tornou o filme num ícone do cinema.

No entanto não acho “The Graduate” um bom filme porque  o desenvolvimento de cada personagem, e a própria história são ambos muito fracos, não são imersivos o suficiente. Nunca ficamos totalmente conhecer estes personagens, muitas das vezes ficamos ate sem perceber o que pensam ou o que sentem, o que torna por vezes cenas que algo sérias ou dramáticas em cenas cómicas. Para não falar de banda sonora, que parece que foram pegar nas musicas que eram mais populares entre a população estudantil, apenas para houve um elemento que fosse relacionável entre estes e o filme. Na minha opinião falhou.

 

Ficha técnica

Titulo: A primeira noite, “The Graduate”(titulo original).

Realizador: Mike Nichols

Argumento: Calder Willingham e Buck Harry (baseado no livro de Charles Webb)

Actores principais: Dustin Hoffman, Anne Bancroft, Katharine Ross.

Sinopse: Um jovem recém licenciado, confuso com o rumo da sua vida é seduzido por uma mulher mais velha.

(R.5) “The Graduate”

Estou bem obrigado.

Disseram-me para escrever um texto critico. “pensa em algo que te chateie e escreve sobre isso.”
Pois o que me chateia é ter mostrar que estou chateado ou indignado com alguma coisa, quando na verdade eu digo-vos , ”estou bem obrigado e não tenho queixas, por por favor parem de me chatear com essa coisa do tens de te impor.”
Mas depois já sei que vêm os outros logo para cima de mim, “então e a política? e a economia? e a guerra? lá pelo meio aparece sempre o design de alguma forma.
O que me chateia é que parece-me que quase que sou obrigado a estar indignado e contra alguma coisa, que sou obrigado a refilar. Pois disse e volto a dizer, “estou bem obrigado e não tenho queixas.”
Estou a ser ingénuo, infantil, ignorante? Deixem ser, não sei onde ouvi a frase mas acho que sumariza isto tudo “ignorance is bliss”.

Estou bem obrigado.

Referencias #0

Para se construirmos um futuro é necessário olharmos para o passado e recolher informação e referências das gerações anteriores. O que se segue é um pequeno conjunto de imagens,videos e/ou textos que pessoalmente considero importantes reter.
Este é o primeiro de post de muitos do mesmo género.

 

Na área da comunicação propriamente dita há três nomes que considero muito importantes:-

George Carlin, para mim e muitos outros considerado um dos melhores comediantes de sempre, para além disso um grande comunicador com um grande domínio de palco nos seus espectáculos.

Steve Harvey, comediante, locutor de rádio, apresentador de televisão e escritor, é um comunicador nato e um grande nome de referencia dentro da comunidade afro-americana.

António Sala, o maior nome da rádio em Portugal, não me lembro de alguma vez ter ouvido António Sala na rádio, mas aprendi muito sobre a sua história e a história da rádio em Portugal ao ler a sua biografia.

 

 

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